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OAB/MS prestigia posse do Procurador-Geral de Justiça
Data: 05/05/2018

O Diretor-Tesoureiro da Ordem dos Advogados do Brasil, Seccional Mato Grosso do Sul (OAB/MS), Stheven Razuk representou a Ordem na noite de sexta-feira (4) na posse do Procurador-Geral de Justiça do Estado, Paulo Passos.

Em seu discurso, o Diretor-Tesoureiro parabenizou o trabalho do Parquet Estadual reiterando o momento de dificuldades e indefinições em que o país passa no momento. “Temos que ser verdadeiros. Temos que reconhecer aquilo que vem dando certo. Temos que abraçar as boas causas. Mas não podemos negar que vivemos momentos incertos, repletos de dúvidas e receosos com o amanhã”. E ressaltou: “Nós, da Ordem dos Advogados do Brasil de Mato Grosso do Sul louvamos pessoas que trilham o caminho da sabedoria e que sabem o significado do respeito, da Ordem e do exato papel das instituições nessa hora grave que o país atravessa”, acrescentou o Diretor-Tesoureiro da Ordem.

Paulo Passos, por sua vez, lembrou as dificuldades enfrentadas em seu primeiro mandato como Procurador-Geral e agora reconduzido ao cargo destacou que o êxito em seu trabalho só foi possível graças ao trabalho em equipe. “Na realidade, com a condução do Ministério Público, o que fizemos foi possibilitar que os membros da minha instituição, cada qual na sua repartição de atribuições pudesse desempenhar de forma independente suas atividades e com isso, invés de uma administração comandada pelo Procurador-Geral,  pelos procuradores-gerais adjuntos, pelo colegas que me assessoram, nosso Ministério Público de Mato  Grosso do Sul se efetivou com a presença e a atuação de seu 219 membros e por todos os nossos servidores”, salientou.

Ao citar todos os problemas enfrentados pelos brasileiros durante a ditadura militar e que se estenderam após eu fim, o Procurador-Geral destacou a necessidade de se ter empatia para solucionar os problemas de um país ainda tão desigual.

“Antes de mais nada, nós membros do Ministério Público e nós cidadãos,  temos que ter a capacidade de sentir a dor alheia, não podemos ser indiferentes ao estado de coisas, sozinho nenhum grupo ou indivíduo vai transformar o Brasil, só a própria sociedade é capaz de trazer para si a transformação com que sonha. Precisamos pra de agir como vítima do passado para sermos autores da nossa história”, concluiu.
 
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